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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Redes Sociais vendem!


Redes Sociais vendem!

De forma direta e indireta também! Talvez a visão da venda indireta esteja bloqueando as ações de várias marcas, pois os gestores temem que um post no Facebook não gere venda imediata e por isso não tem como ter ROI, logo não tem como justificar o investimento no canal.
De forma direta e indireta também! Talvez a visão da venda indireta esteja bloqueando as ações de várias marcas, pois os gestores temem que um post no Facebook não gere venda imediata e por isso não tem como ter ROI, logo não tem como justificar o investimento no canal. Sinceramente? Blá blá blá do mercado. Como se calcula o ROI efetivo de um comercial na TV ou anúncio de revista? Só por que a web é 100% mensurável é preciso ter tudo atrelado ao ROI? Nem sempre. Indicação também vende! E Muito!
Se há décadas a propaganda boca-a-boca é que mais dá resultado, imagina nos tempos de hoje com 1 bilhão de pessoas no Facebook, por exemplo, como isso é potencializado. E como as marcas tem que se ater a isso. Certa vez eu assisti um vídeo – que até passo para meus alunos – onde mostra que na Inglaterra 50% dos acessos a web vem do Facebook. Esse dado já é interessante, mas tem um comentário nessa parte do vídeo que eu acho fantástico “imagina o que isso representa contra ou a favor das marcas”. Dá para imaginar?
O brasileiro é ávido por conteúdo. Quer saber sempre mais e mais e tem nas redes uma das suas principais fontes de informação. Em breve, será a principal, uma vez que vivemos uma era onde os veículos de comunicação estão usando – e isso só tende a aumentar – as redes para disseminar conteúdo. Se o brasileiro quer saber mais, ele pesquisa mais, ele lê mais. Ele influencia e é influenciado mais. Querem saber tudo sobre marcas e produtos que compram e quando essas informações os deixam tranqüilos, não só compram como indicam: “comprei o produto X e recomendo”. Frase que pode gerar uma série de vendas do produto para pessoas que a sua marca não impactou e que não estão na sua Fan Page. 
Segundo uma pesquisa, 49% das pessoas entendem que a reputação da marca é um dos principais fatores para a decisão de compra. Reputação de marca é dada pelo consumidor. Não adianta investir milhões de reais em campanhas se os consumidores estão insatisfeitos, pois eles vão reclamar da marca nas redes e isso vai gerar uma reverberação enorme, pode não atingir o mesmo número de pessoas que a campanha falando bem da marca na Rede Globo atingirá, mas a qualidade da mensagem é maior, pois são pessoas falando com pessoas.
Quando o consumidor tenta se aprofundar sobre um produto, ele está ao mesmo tempo vivendo o mundo da marca, criando uma experiência diferenciada e se o trabalho de conteúdo estiver bem feito, as chances de compras são maiores. Pessoas compram quando estão seguras, para estar seguro o consumidor tem que estar sem dúvidas sobre uma compra. Por exemplo, qual a melhor TV para comprar: LED, Plasma ou LCD? Esse tipo de dúvida é óbvia para os fabricantes de 1% da população. Os leigos vão atrás de informação. E leigos entenda-se pessoas que não sabem nada de tecnologia!
A Zappos, loja online da Amazon, lançou um serviço de recomendação de produtos via Pinterest. Segue a linha da Amazon, que dentre seus pilares de crescimento, sempre apostou na opinião das pessoas sobre os produtos para ajudar nas vendas. O projeto PinPoiting mostra aos usuários recomendações de produtos baseados em posts no Pinterest. Os usuários podem interagir com os posts. Mais uma vez, pessoas indicando produtos para pessoas por meio das Redes Sociais. Elas vendem, basta saber a dinâmica das redes, sempre baseadas em relacionamento!



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Redes Sociais: você precisa delas?



Redes Sociais: você precisa delas?

Muitas pessoas sabem que as redes sociais viraram febre mundial, onde se transformaram não em apenas ferramentas capazes de dar voz a seus usuários, mas sim, capazes de mudar a personalidade de quem as usam

Muitas pessoas sabem que as redes sociaisviraram febre  mundial, onde se transformaram não em apenas ferramentas capazes de dar voz a seus usuários, mas sim, capazes de mudar a personalidade de quem as usam. Pesquisas recentes indicam que a crescente necessidade de se estar permanentemente conectado a elas, fazem com quem as use se viciar as mesmas.
De acordo com o analista da companhia de consultoria Altimeter Group, Brian Solis, declarou que; “As redes sociais viciam porque seus usuários querem passar muito tempo conectados a elas para ver como os outros respondem a tudo que é compartilhado”.
Uma pesquisa  realizada em 2011 pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, onde mil usuários dessas redes, divididos em 37 países passaram 24 horas sem internet e outros meios de comunicação; após esse dia, cerca de 20% dos alunos manifestaram uma síndrome de abstinência tecnológica com sintomas de desespero, vazio e até mesmo ansiedade.
Outro terço desses alunos, responderam preferir ficar sem álcool, cafeína ou chocolate pelo período de uma semana, ao ter que deixar de usar temporariamente seus telefones ou a internet.
Foi publicado este mês passado na revista Personality and Individual Differences, uma pesquisa que apontou que de quase 300 pessoas pesquisadas entre 18 a 65 anos, usam essas redes para se aproveitarem dos outros. Conforme a pesquisa, essas atitudes eram mais perceptíveis em usuários que possuíam mais amigos em sua rede social.
O uso das redes chegou a um ponto que de acordo com a Universidade de Maryland, a maneira de como as pessoas se relaciona nelas, contribui para criar a identidade do usuário frente aos outros e até a ele mesmo, algo que não é necessariamente negativo.
Para Solis, “Qualquer pessoa tem a oportunidade de se tornar famoso no mundo digital e as empresas e as marcas já perceberam que podem explorar bons resultados quando se relacionam com pessoas que conseguiram ter um status na rede”, explicou ele a The Rise of Digital Infuence.
Sendo assim, qual é seu perfil no mundo das redes sociais? Você conseguiria ficar 24 horas sem acessá-las? Faça você mesmo seu diagnostico.