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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Layout


Configuração de instalação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
configuração de instalação (em inglês layout) estabelece a relação física entre as várias actividades. 
layout pode ser simplesmente o arranjar ou o rearranjar das várias máquinas ou equipamentos até se 
obter a disposição mais agradável. No entanto, numa grande indústriaeste procedimento não é tão simples, 
pois um simples erro pode levar a sérios problemas na utilização dos locais, pode originar a demolição de 
estruturas, paredes e até mesmo edifícios e consequentemente causar custos altíssimos no rearranjo. 
Para evitar tudo isto é necessário realizar um estudo, encontrando assim o melhor planejamento de layout.
 Pois, os custos relativos ao planeamento de um layout são inferiores aos custos relativos ao rearranjo de
 um layout defeituoso (Muther, 1978, p. 1). Existem vários tipos de layouts e cada um deles se adequa a
 determinadas características, sendo uns mais vantajosos que outros (Tompkins, 1996, p. 290)
No planeamento do layout é necessário ter em conta todos os factores (os materiais, a maquinaria 
Homem, o movimento, a espera, o serviço, a construção e amudança, pois estes factores podem 
influenciar negativamente o planejamento do layout (Muther, 1955, p. 27).
Para estudar o planeamento do layout é necessário estudar os padrões de fluxo nas estação de
 trabalho, nos departamentos e entre os departamentos (Tompkins, 1996, p. 85).
Existem procedimentos específicos para o desenvolvimento do layout, sendo o procedimento mais 
utilizado o SLP. No entanto o procedimento de Immer, Nadler, Apple e Reed também são importantes
 para o desenvolvimento do layout.

Origem

Segundo a história, a tarefa de organizar as áreas de trabalho existe desde que o Homem existe. 
Os primeiros layouts surgiram quando o homem executava o seu trabalho ou mesmo, quando o arquitecto
 planejava a sua construção. O layout, em muitos dos casos, era tão eficaz como eram as capacidades 
do homem e da maquinaria.
Com a chegada da revolução industrial os proprietários das fábricas chegaram à conclusão de que seria 
mais econômico estudar a re-organização das suas fábricas. Assim sendo, começaram pela mecanização
 do equipamento. Com a especialização da mão-de-obra o manuseio dos materiais entre cada operação 
ganhou uma maior atenção. Hoje em dia, chega-se à conclusão de que os primeiros layoutsnão estavam
 completos e de que em muitos dos casos contradiziam o layout ideal. O conceito de layout ideal continua
 em permanente mudança (Muther, 1955, p. 3).
exemplo: 

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Reciclagem de lixo eletrônico depende de ação dos fabricantes


Reciclagem de lixo eletrônico depende de ação dos fabricantes

Com informações da Agência Brasil - 30/04/2012


Logística reversa
O serviço de logística reversa do lixo eletrônico no Brasil ainda não foi absorvido pela maioria dos fabricantes, conforme determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
"Temos empresas que já oferecem o serviço de logística reversa de [equipamentos] eletrônicos, e temos empresas que ainda não fazem", disse André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre).
Segundo ele, a recomendação do Cempre aos consumidores é que, no ato da compra, além de qualidade e preço, "ele inclua no critério de compra uma opção que a empresa dê para o fim da vida útil do aparelho".
Se o fabricante já oferece o serviço, o consumidor terá, ao final da vida útil do aparelho, a opção de devolvê-lo a uma rede autorizada ou encaminhá-lo por correio, com porte pago.
As informações normalmente estão disponíveis através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa ou no manual de instruções do produto.
Para os recicladores, as universidades de São Paulo (USP) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) oferecem treinamentos que orientam e habilitam quem trabalha no ramo de comércio de sucata no manuseio dos equipamentos eletroeletrônicos.
Descarte de aparelhos elétricos e eletrônicos
Os programas oferecidos variam hoje de acordo com a característica do equipamento eletroeletrônico, como computadores, pilhas e telefones celulares.
Em relação aos celulares, todas as operadoras já recebem aparelhos e carregadores nos próprios pontos de venda. Os produtos são encaminhados depois para reciclagem no Brasil ou no exterior.
As pilhas e baterias, que contêm metais pesados, já contam com diversos postos de coletas em todo o país. Esse material não pode ser descartado junto com o lixo doméstico.
A maioria dos equipamentos eletrônicos que chega ao fim de sua vida útil tem valor econômico, por conterem metais valiosos e raros.
Na fabricação de computadores e celulares, por exemplo, são usados vários metais, entre os quais ouro, prata, gálio, índio, chumbo, cádmio e mercúrio, todos recicláveis e com mercado garantido.
Por outro lado, alguns, como o cádmio, são agentes cancerígenos. Já o chumbo prejudica o cérebro e o sistema nervoso, o que realça o cuidado que o consumidor deve ter em seu descarte correto.
Estatísticas sobre lixo eletrônico
De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o mundo produz entre 20 a 50 milhões de toneladas métricas de lixo tecnológico todos os anos.
Não existem ainda estatísticas sobre o descarte de lixo eletroeletrônico no Brasil.
O único levantamento feito até agora, realizado em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), focou apenas a cidade de Belo Horizonte.

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